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    Exames

     

     

     

  • Actigrafia

    A actigrafia é um exame realizado com o uso de equipamento semelhante a um relógio (actígrafo) que detecta os movimentos do corpo e nível de iluminação do ambiente.

    O paciente utiliza o actígrafo por um número de dias variável, geralmente de 14 a 28 dias, dependendo do que se queira avaliar.

    Concluído o exame, o aparelho é conectado ao computador e através dos dados monitorados, geraram-se gráficos e tabelas, demonstrando os períodos de atividade e repouso, estimando-se indiretamente o que é sono ou vigília.

    O exame serve para se avaliar alterações no ritmo de sono, como o avanço de fase (tendência a dormir e acordar mais cedo), o atraso de fase (tendência a dormir e acordar mais tarde, comum em adolescentes, podendo ser confundido com insônia) e o padrão irregular de sono-vigília.

    Serve ainda para estudar o sono de trabalhadores de turno, bem como a resposta a tratamento de algumas doenças, em especial as neurológicas (ex. demências) e psiquiátricas (ex. depressão e ansiedade).

    A actigrafia também pode ajudar no diagnóstico de insônia, sonolência excessiva diurna, movimentos periódicos de membros e síndrome das pernas inquietas.

  • Audiometria de Observação Comportamental

    Trata-se de um dos procedimentos utilizados para avaliar crianças de 0 a 24 meses, é rápido, indolor, não é invasivo.

    Sua finalidade:
    Fornecer pistas de informações sobre o desenvolvimento global e principalmente o comportamento auditivo esperado para faixa etária da criança, Auxiliar o diagnóstico da deficiência auditiva e outros distúrbios associados.

    Como é realizado?
    Esse exame é realizado numa sala acusticamente tratada e com um Kit Auditivo composto por brinquedos e instrumentos musicais pedagógicos, previamente selecionados e mensurados pelo INMETRO. São apresentados estímulos vocais e instrumentais para criança e o examinador observa as mudanças de comportamento da criança (movimentos corporais dos membros, da cabeça em procura e/ou localização da fonte sonora, contração do músculo orbicular do olho como piscar, etc) frente a esses estímulos para posterior elaboração do relatório da avaliação audiológica.

    Requisitos para realizar o exame:
    A criança fica posicionada no aconchego do colo da mãe (pai ou cuidador/acompanhante) e deve estar calma e acordada.

    Indicações:

    - Suspeita de perda auditiva pré, peri ou pós-natal da criança.
    - Triagem em maternidades e creches.
    - Auxiliar na informação de problemas neuropsicomotores.
    - Parte integrante da bateria de testes para bebês nascidos prematuramente e que sofreram internação hospitalar, principalmente na UTI.

  • Audiometria Infantil

    O que é o teste?
    Esse teste é utilizado para avaliar a função auditiva, normalmente realizado em uma sessão, se necessário, agenda-se retorno, é indolor, não é invasivo. São utilizadas técnicas lúdicas para envolver a criança no ambiente de testagem.

    Sua finalidade:
    Determinar os níveis mínimos de respostas da criança para os estímulos sonoros. Fornece informações como o tipo e o grau da perda auditiva.

    Como é realizado?
    Pode ser realizado com fones ou sem fones (em campo livre). São apresentados sons para criança, que ao percebê-los encaixa uma peça no brinquedo pedagógico ou aperta um botão.

    Requisitos para realizar o exame:
    A criança deve compreender o teste, para respondê-lo adequadamente e estar calma e atenta.

    Indicações:
    Informações sobre o desenvolvimento normal da audição, da fala e da linguagem.Detectar deficiência auditiva leve, moderada, severa ou profunda, o mais precocemente possível.Auxiliar no diagnóstico da deficiência auditiva e no processo de reabilitação auditiva.

  • Audiometria Ocupacional

    O que é o teste?
    Esse teste é utilizado para avaliar a função auditiva, é rápido, indolor, não é invasivo. É previsto pelas leis trabalhistas de acordo com os critérios propostos pela NR-7

    Sua finalidade:
    Determinar a menor intensidade de estímulos sonoros que o indivíduo consegue perceber. Detectar o tipo, o grau, assim como a evolução da Perda Auditiva Induzida por Níveis de Pressão Sonora Elevados (PAINPSE). Sendo muito útil para rastrear, direcionar e definir metas preventivas no ambiente laboral.

    Como é realizado?
    São apresentados sons através de fones e de um vibrador ósseo. Ao perceber o som, o examinado deve apertar um botão.

    Requisitos para realizar o exame:

    - O trabalhador deve compreender o teste, para respondê-lo adequadamente.
    - O trabalhador deve estar em repouso auditivo conforme os critérios preconizados pela Portaria 19 (NR-7).

    Indicações:

    - Exame admissional, demissional e periódico (conforme determinação do programa de Controle Médico de - aúde Ocupacional – PCMSO).
    - Rastreamento e evolução da PAINPSE.
    - iagnóstico diferencial da Alteração Temporária de Limiar Auditivo (ATLA).
    - Rastreamento e evolução da PAINPSE.

  • Audiometria Tonal

    O que é o teste?
    Esse teste é o mais utilizado para avaliar a função auditiva, é rápido na grande maioria das vezes, é indolor, não é invasivo.

    Sua finalidade:
    Determinar a menor intensidade de estímulos sonoros que o indivíduo consegue perceber. Fornece informações como o tipo e o grau da perda auditiva.

    Como é realizado?
    São apresentados sons através de fones e de um vibrador ósseo. Ao perceber o som, o paciente deve apertar um botão.

    Requisitos para realizar o exame:
    O paciente deve compreender o teste, para respondê-lo adequadamente.

    Indicações:
    Esse é um dos testes da avaliação básica da audição, indicado para quem apresenta diminuição da audição, perda auditiva, zumbido, tontura, sensação de “ouvido tampado” (plenitude aural). Sua realização é imprescindível para o diagnóstico, controle da evolução e tratamento que afetam as doenças da audição.

  • Audiometria Vocal

    O que é o teste?
    Esse teste ocupa um lugar importante na avaliação da audição, é rápido, indolor, não é invasivo, tem diversos objetivos e também é denominado por Logoaudiometria. Os testes básicos para essa avaliação são: detecção de limiar de recepção de fala (LRF) e detecção do índice de reconhecimento de fala (IRF).

    Sua finalidade:
    Avaliar a capacidade do indivíduo examinado para compreender a fala.

    Como é realizado?
    As palavras são apresentadas ao paciente através de fones e o mesmo deverá repeti-las ao ouvir.

    Requisitos para realizar o exame:
    O paciente deve compreender o teste, para respondê-lo adequadamente.

    Indicações:

    - Medir a capacidade de o indivíduo examinado detectar e discriminar a fala, através da porcentagem de acertos.
    - Colaborar com a hipótese diagnóstica, detecção de perdas auditivas, indicação de prótese auditiva (AASI – Aparelho de amplificação Sonora Individual) e outros.

    Na criança:
    Também pode ser realizado com gravuras, figuras ou brinquedos.

  • BERA - Exame do Potencial Evocado Auditivo do Tronco Encefálico

    BERA - Exame do Potencial Evocado Auditivo do Tronco Encefálico

    O que é o teste?
    Esse teste é objetivo (não depende da resposta do paciente) e avalia a integridade funcional das vias auditivas nervosas (nervo auditivo) desde a orelha interna até o córtex cerebral. O exame é indolor e não invasivo.

    Sua finalidade:

    - Determinar se existe ou não perda auditiva e precisar seu tipo e grau.
    - Estimar se a perda auditiva detectada na audiometria tonal é decorrente de uma lesão na cóclea, no nervo auditivo ou no tronco encefálico.
    - Pesquisar integridade funcional nas vias auditivas do tronco encefálico.

    Como é realizado?

    - A pele atrás das orelhas e na testa é limpa com pasta abrasiva e são fixados eletrodos (com uma fita adesiva antialérgica) nestes locais e ainda são colocados fones.
    - O paciente fica deitado, o mais tranqüilo e relaxado possível, com os olhos suavemente fechados e recebe estímulo sonoro através dos fones.
    - Sempre que o nervo auditivo e as estruturas do tronco encefálico forem ativados pelo estímulo sonoro, é gerada uma quantidade mínima de eletricidade que é captada pelos eletrodos, registrada no equipamento e interpretada pelo examinador.

    Requisitos para realizar o exame:

    - O paciente deve estar deitado, o mais imóvel possível (para que não haja interferência no traçado do exame).

    Na criança:
    A criança deverá estar dormindo, pois qualquer movimento interfere na resposta elétrica e inviabiliza sua interpretação.

    Indicações:

    - Diagnóstico precoce da perda auditiva na criança de qualquer idade, ou mesmo adultos, pessoas nas quais não tenha sido possível realizar uma testagem subjetiva confiável.
    - Acompanhamento da maturidade das vias auditivas no quadro de hiperbilirrubinemia neonatal.
    - Queixa de zumbido.
    - Auxiliar na informação de problemas no nervo auditivo ou tronco encefálico (retrococleares).
    - Detecção de tumores do nervo auditivo.
    - Nas afecções como: esclerose em placas, leucodistrofias, doença de Alzheimer e tumores intracranianos da fossa posterior.
    - Confirmação e monitoramento nos limiares da audiometria tonal das perdas induzidas por níveis de pressão sonora elevados (PAINPSE).
    - Monitorização de cirurgia da fossa craniana.
    - Monitorização em pacientes em Unidade de Terapia Intensiva (UTI/CTI), em coma ou sedados, com o objetivo de avaliar o prognóstico do paciente e também como auxiliar do diagnóstico da morte cerebral (principalmente em pacientes doadores de órgãos).
    - Avaliação da audição em crianças e adultos “difíceis” de serem avaliados por métodos subjetivos (inclusive prováveis simuladores na audiometria).

  • Eletrococleografia

    O que é o teste?
    Exame relativamente simples, rápido e extremamente confiável na avaliação objetiva da função auditiva, além do funcionamento normal ou não da orelha interna.

    Sua finalidade:
    Avaliar a função coclear de maneira objetiva.

    Como é realizado?
    Uma pequena sonda (eletrodo) é introduzida no canal auditivo externo do paciente para se estimular a orelha interna e se obter uma resposta na forma de onda de latência curta.

    Requisitos para realizar o exame:
    O paciente deve permanecer quieto durante o exame que é de rápida realização. Caso seja necessário, pode-se proceder à sedação em ambiente hospitalar.

    Indicações:
    Atualmente, sua indicação principal é o diagnóstico e monitoramento da doença de Meniere.

  • Emissões Otoacústicas Evocadas Transientes (ou Transitórias) e por Produto de Distorção no adulto

    O que é o teste?
    Esse teste é objetivo (não depende da resposta do paciente) utilizado para avaliar o funcionamento da orelha interna, é rápido, indolor, não é invasivo.

    Sua finalidade:

    - Verificar a integridade das células ciliadas externas da cóclea e avaliar o funcionamento da orelha interna. Quando as Emissões Otoacústicas Evocadas por Produto de Distorção (EOE/DP) estão presentes pode-se afirmar que as orelhas médias e internas estão íntegras ou também ocorre a possibilidade de uma alteração de grau leve a moderado. Caso as EOE/DP estejam presentes em um indivíduo que tem as - - - - - Emissões Otoacústicas Evocadas Transientes ausentes, é muito provável que esse indivíduo tenha uma perda auditiva leve a moderada. Quando as EOE/DP estão ausentes, o resultado é inconclusivo, pois muitos motivos podem levar a isso.
    - As alterações diagnosticadas nesse exame podem estar presentes mesmo em indivíduos que apresentam audiometria tonal normal.

    Como é realizado?
    Um aparelho estimula com uma combinação de sons puros a orelha, através de um minúsculo fone.
    Requisitos para realizar o exame:
    O paciente deve estar quieto e não falar durante o exame.

    Indicações:

    - Diagnóstico precoce de disfunção coclear, principalmente quando o paciente tem uma audiometria tonal normal.
    - Queixa de zumbido.
    - ratamento com drogas que causem perda auditiva (alguns medicamentos utilizados em quimioterapia, hipertensão arterial, antibióticos do grupo dos aninoglicosídeos e outros).
    - Auxiliar na informação de problemas no nervo auditivo ou tronco encefálico (retrococleares).
    - Prevenção das deficiências auditivas induzidas por ruído.
    - rognóstico evolutivo da hidropisia endolinfática ou na doença de Menière.
    - Avaliação da audição em pacientes “difíceis” de serem avaliados por métodos subjetivos (inclusive prováveis simuladores na audiometria).

  • Emissões Otoacústicas por Produto de Distorção na criança

    O que é o teste?
    Trata-se de um dos procedimentos objetivos (não depende da resposta da criança) utilizados para avaliar a capacidade auditiva em crianças, é rápido, indolor, não é invasivo.
    Sua finalidade:
    Verificar a integridade das células ciliadas externas da cóclea e avaliar o funcionamento da orelha interna. Quando as Emissões Otoacústicas Evocadas por Produto de Distorção (EOE/DP) estão presentes pode-se afirmar que as orelhas médias e internas estão íntegras ou também ocorre a possibilidade de uma alteração de grau leve a moderado. Caso as EOE/DP estejam presentes em uma criança que tem as EOE/TE ausentes, existe a probabilidade que essa criança tenha uma perda auditiva leve a moderada. Quando as EOE/DP estão ausentes, o resultado é inconclusivo, pois muitos motivos podem levar a isso. Nesse caso serão necessários outros exames para esclarecer o grau da capacidade auditiva.
    Como é realizado?
    Um aparelho estimula com uma combinação de sons puros a orelha da criança através de um minúsculo fone inserido na orelha.
    Requisitos para realizar o exame:
    A criança deve estar quieta, de preferência dormindo.

    Indicações:

    - Suspeita de perda auditiva pré, peri ou pós-natal da criança.
    - Triagem em maternidades e creches.
    - Auxiliar na informação de problemas no nervo auditivo (retrococleares).
    - Parte integrante da bateria de testes para bebês nascidos prematuramente e que sofreram internação hospitalar, principalmente na UTI.
    - Avaliação da audição em crianças “difíceis” de serem avaliados por métodos subjetivos.

  • Emissões Otoacústicas Transientes na criança

    Emissões Otoacústicas Transientes (ou Transitórias) na criança ou Teste da Orelhinha

    O que é o teste?
    Trata-se de um dos procedimentos objetivos (não depende da resposta da criança) utilizados para avaliar a capacidade auditiva, é rápido, indolor, não é invasivo.

    Sua finalidade:
    Verificar a integridade das células ciliadas externas da cóclea, avaliar o funcionamento da orelha interna. Quando as Emissões Otoacústicas Evocadas Transientes (EOE/TE) estão presentes pode-se afirmar que as orelhas médias e internas estão íntegras, mas quando estão ausentes, o resultado é inconclusivo, pois muitos motivos podem levar a isso. Nesse caso serão necessários outros exames para esclarecer o grau da capacidade auditiva.

    Como é realizado?
    Um aparelho estimula com uma combinação de sons puros a orelha da criança através de um minúsculo fone inserido na orelha.

    Requisitos para realizar o exame:
    A criança deve estar quieta, de preferência dormindo.

    Indicações:

    - Suspeita de perda auditiva pré, peri ou pós-natal da criança.
    - Triagem em maternidades e creches.
    - Auxiliar na informação de problemas no nervo auditivo (retrococleares).
    - Parte integrante da bateria de testes para bebês nascidos prematuramente e que sofreram internação hospitalar, principalmente na UTI.
    - Avaliação da audição em crianças “difíceis” de serem avaliados por métodos subjetivos.

  • Exame Otoneurológico Digital

    Exame otoneurológico digital (exame do labirinto com estimulação a ar) – exame que serve para se avaliar a função do labirinto. Ao se estimular de várias formas o labirinto, um sistema digital registra a resposta do paciente e, de forma objetiva (sem depender da vontade do paciente) pode-se saber se a pessoa tem ou não alguma doença no labirinto. Ao se utilizar o ar (e não a água) como um dos estímulos, tem-se a vantagem de ser mais cômodo, além de se poder fazer em pacientes com doenças inflamatórias da orelha e até mesmo em quem tem perfuração da membrana timpânica.

  • Imitanciometria

    O que é o teste?
    Esse exame é rápido, objetivo, de fácil execução, indolor e oferece dados importantes no diagnóstico clínico. Pode ser divido em três etapas: timpanometria, compliância e pesquisa do reflexo estapédico. Geralmente é realizado em conjunto com a audiometria. Também conhecido como Impedanciometria.

    Sua finalidade:
    Avaliar o funcionamento da orelha média (membrana timpânica, ossículos, etc.).

    Como é realizado?
    Através de um minúsculo fone inserido superficialmente no canal auditivo é possível obter informações sobre a mobilidade da membrana timpânica e as condições funcionais da orelha média.

    Requisitos para realizar o exame:
    O paciente deve ficar quieto, não se mexer e não falar durante o teste.

    Indicações:

    - Confirmar a coerência com a audiometria tonal.
    - Controle de tratamento da otite média (orelha com presença de secreção).
    - Exame de rotina no pré e pós-cirúrgico da orelha média.
    - Avaliar o local lesado em casos de paralisia do nervo facial.
    - Pacientes portadores de quadro vertiginoso.
    - Pode ser realizado em qualquer idade (inclusive em recém nascidos).

  • Polissonografia Basal

    Trata-se de um exame utilizado para se diagnosticar vários distúrbios do sono. O paciente dorme uma noite inteira com sensores colocados na superfície do corpo, com a finalidade de se saber quando se está acordado ou dormindo, em que estágio de sono se encontra, como está a atividade do coração, se ocorre diminuição da respiração (hipopneia) ou mesmo parada da respiração (apneia) durante o sono, como está a saturação de oxigênio no sangue durante o sono, dentre outras variáveis. Neste exame não se utilizam agulhas, injeções, sondas invasivas ou qualquer material que cause dor.

  • Polissonografia Basal Domiciliar

    Trata-se do mesmo exame realizado no laboratório, porém com a vantagem de o paciente dormir em seu ambiente de costume, evitando que se estranhe o ambiente de dormir. Um equipamento portátil é fixado ao tórax do paciente através de uma cinta com a finalidade de se registrar vários parâmetros (eletroencefalograma, eletromiograma, eletroculograma, freqência cardíaca, saturação de oxigênio no sangue, ronco, fluxo respiratório, etc). Vai-se para casa, dorme-se como de rotina e ao se acordar, volta-se ao laboratório para a remoção do equipamento. O registro do sono é analisado e se determina a presença ou não de distúrbios. Esse exame também pode ser realizado em paciente internados em hospitais, SPAS ou acamados em casa.

  • Polissonografia para titulação de CPAP

    Semelhante à polissonografia basal, neste caso, o paciente dorme com uma máscara na face que é ligada a um aparelho que gera pressão positiva nas vias respiratórias e conforme haja a necessidade, vai-se aumentando a pressão oferecida até não ocorrer mais os seguintes eventos durante o sono: ronco, apneia, hipopneia, queda da saturação de oxigênio no sangue e despertares. Exame indolor e muito utilizado para se tratar os distúrbios respiratórios do sono (síndrome da apneia e hipopneia obstrutiva do sono). Esse exame geralmente é solicitado após se ter feito uma polissonografia basal.

  • Potencial Auditivo P300

    Esse exame tem o objetivo de avaliar as áreas auditivas cerebrais relacionadas com a capacidade de aprendizado (função cognitiva), memorização e atenção. Ele é muito usado em alunos com distúrbios de aprendizagem, idosos com demências e pacientes com dificuldade de entender a fala. Serve tanto para diagnóstico como para controle de evolução e tratamento. O paciente fica acordado e prestando atenção para contar estímulos sonoros que lhes são oferecidos ocasionalmente. O aparelho registra a onda elétrica gerada quando o paciente conta os estímulos sonoros e o examinador interpreta se a mesma é normal. O paciente deve ser apto a contar ou acusar a ocorrência dos sons emitidos.

  • Teste da Manutenção da Vigília

    Exame precedido obrigatoriamente da polissonografia basal. Dá-se ao paciente a condição de tirar alguns cochilos durante o dia, entretanto se pede para que evite dormir, avaliando-se assim a capacidade de se manter acordado. Serve para avaliar a incapacidade de se resistir ao sono.

  • Teste das Latências Múltiplas do Sono

    Exame precedido obrigatoriamente da polissonografia basal. Dá-se ao paciente a oportunidade de tirar cinco cochilos durante o dia, com intervalos de duas horas entre cada oportunidade, avaliando-se a ocorrência de sono, o tempo que se levou para dormir e a presença de sono REM. Serve para se avaliar casos de sonolência excessiva, em especial na narcolepsia.

  • Teste do Glicerol

    O que é o teste?
    Esse exame é realizado para avaliar a hidropisia endolinfática (presença de edema no labirinto provocado pela doença de Menière).

    Sua finalidade:
    Confirmação do edema do labirinto e pós-operatório de cirurgias do labirinto.

    Como é realizado?
    O teste é realizado em jejum e o paciente ingere durante a realização do exame, uma substância denominada de glicerol. Primeiramente realiza-se uma audiometria (com o paciente em jejum de 10 a 12 horas), logo após administra-se o glicerol, aguarda-se um período de tempo e se repete a audiometria, após mais um período de tempo, repete-se outro teste audiométrico.

    Requisitos para realizar o exame:
    O paciente deve estar em jejum e ter condições de entender e responder a audiometria.

    Indicação:
    Pacientes portadores de quadro vertiginoso severo com zumbido auricular e perda ou flutuação da audição, associados a plenitude auricular (sensação de orelha tampada).

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