O CPAP é um aparelho portátil que serve para evitar que as vias respiratórias se fechem durante o sono, impedindo que ocorra ronco e apnéia do sono.

Ele funciona como compressor silencioso que forma um coxim pneumático fazendo com que as vias aéreas superiores fiquem “infladas” durante o sono, permitindo a respiração adequada.

O aparelho usa o próprio ar ambiente e o transfere para a máscara do paciente através de uma longa mangueira flexível, permitindo liberdade de se movimentar normalmente durante o sono.

É ligado em tomada comum e não oferece qualquer risco na eventualidade de falta de energia elétrica, situação em que o paciente dorme como em uma noite quando ainda não usava o aparelho.

A clínica de CPAP é um local onde um profissional da área de saúde orienta e acompanha o paciente que usa o CPAP.

Em uma clínica de CPAP, de uma forma geral, orienta-se como usar e fazer a manutenção do aparelho, corrigem-se erros no uso do mesmo e dos seus acessórios, em especial da máscara, que apresenta vários modelos, permitindo ao paciente escolher a melhor para si.

A principal diferença de quem usa o CPAP e freqüenta uma clínica é a aderência ao tratamento. Em geral esses pacientes se adaptam melhor e mais rapidamente ao aparelho e o resultado se vê na prática, através do tempo em que o paciente dorme com o CPAP.

Eles usam o aparelho por um período mais longo de sono e como quanto maior o tempo de uso do CPAP durante o sono, menores são os eventos de apneia do sono, melhor para a saúde do indivíduo.

O paciente quando apresenta queixa de ronco, apneia do sono, sonolência excessiva diurna, cansaço excessivo, ao passar em consulta, o médico solicita, se julgar necessário, um exame do sono chamado polissonografia.

Constatada a necessidade de se usar o CPAP, o paciente volta a fazer outro exame do sono, agora para se medir a pressão ideal a ser ajustada no aparelho. Por fim, com a prescrição médica, regula-se o aparelho na clínica de CPAP.

Nas consultas de acompanhamento pergunta-se sobre os possíveis incômodos em seu uso, em geral, sensação de garganta seca, desconforto com a máscara, sensação de claustrofobia, procurando-se resolver os problemas.

No momento em que o paciente pára de roncar, deixa de ter apneias no sono e volta a dormir bem, eleva-se muito a aceitação do aparelho.

Quando bem indicado, o CPAP não só impede o ronco como também as apneias.

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